pubrio
Expresso

Expresso

Portugal · Publishing

Publishing

Information Services

Media And Entertainment

Estatuto Editorial: Entendemos que as publicações de natureza informativa devem ser independentes do poder político e do poder económico, porque só assim cumprem a sua função perante a sociedade onde existem. Não concebemos, portanto, as publicações informativas como um instrumento ou um meio no serviço de determinados objectivos, por mais louváveis que estes sejam, mas como instituições autónomas, através das quais os cidadãos possam, em liberdade e no pluralismo, procurar o esclarecimento de que necessitam para o exercício das suas opções. O EXPRESSO considera-se apto para exercer essa função porque não pertence ao estado nem a um partido político nem a qualquer grupo económico, não foi afectado directa ou indirectamente pelas nacionalizações e, apesar das muitas vicissitudes por que tem passado, nunca perdeu nem renunciou à sua capacidade de crítica. No exercício dessa capacidade de crítica temos e teremos presentes os limites que nos são impostos pela deontologia de Imprensa e pela ética profissional, mas só esses. Sabemos, por exemplo, que é indispensável, em cada momento, distinguir entre as notícias - que deverão ser, tanto quanto possível, objectivas, circunscrevendo-se à narração, à relacionação e à análise dos factos - e as opiniões que deverão ser assinadas por quem as defende, claramente identificáveis e publicadas em termos de pluralismo. Sabemos, por exemplo, que a selecção do material a publicar, a sua colocação nas diversas páginas, a colunagem dos respectivos títulos, devem obedecer a critérios de inserção baseados na importância efectiva de cada peça e não nas convicções ideológicas de quem as escreve, escolhe ou pagina. Sabemos, por exemplo, que em casos muito excepcionais, há notícias que mereciam ser publicadas e em lugar de destaque, mas que não o devem ser, não por auto-censura ou censura interna, mas porque a sua divulgação seria eventualmente nociva ao interesse nacional. Reservamo-nos, como é óbvio, o direito de definir, caso a caso, a aplicação desse critério. Sabemos, por exemplo, que a publicação insistente de determinados assuntos -- do crime e do sexo às baixezas da vida política e económica -- poderia aumentar a venda de exemplares, mas recusamo-nos a alimentar qualquer tipo de sensacionalismo que ponha em perigo o jornalismo de qualidade que pretendemos fazer. Respeitamos, acima de tudo os leitores e estamos conscientes de que eles aceitam e desculpam que erremos, mas que não nos perdoariam se, deliberadamente, por acção ou por omissão, os enganássemos ou abusássemos da sua boa fé. Atribuímos prioridade absoluta à coerência que historicamente nos tem permitido sermos nós próprios, para além de quem sobe e de quem desce do poder. Se e quando, um dia, se tornar impossível manter essa coerência, o EXPRESSO acabará, porque - temo-lo dito e é importante repeti-lo - preferimos, nessas circunstâncias, morrer de pé.

Company Insights
Company Overview

1972

Founded

Publishing

Industry

Portugal

Location

8,151

Ranking

500 employees

Size

Similar Companies

Get full access to view complete information

Frequently Asked Questions Regarding Expresso

Start your journey today

Start with the platform — or start with a conversation

Use Pubrio on your own, or let our team help you with research, lead generation, or data integration.

pubrio

Pubrio glocalizes business, people, and intent data from 50+ local sources into one global graph, giving AI and revenue teams full‑market visibility.​